VR Xperience

VR Xperience

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BRASÍLIA : 2018

 
 
 

:INFORMAÇÕES

Autores: Arq. Eduardo Sáinz : Arq. Lilian Glayna Sáinz

Equipe: Arq. Felipe Castro : Arq. Lucas Lopes

Localização: Brasília - Distrito Federal, Brasil

Área: 80.0 m2

Fotografias: Edgard Cesar

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:PARCEIROS

Gerencia e Administração de Obra: 1:1 arquitetura:design

Execução obra: Construtora Trajano

Iluminação: Persoluce

Cortinas: Rifilim

Marmoraria: Multipedras

 

:CONCEITO

:PT

O projeto se desenvolve livremente baseado em poucos conceitos, quase orgânicos, tratasse de um grande espaço divido virtualmente por tecidos, neste vão incluímos um mezanino e exaltamos as instalações aparentes, entendendo a relação do real vs virtual.

Os tecidos tem uma poesia no seu comportamento, a leveza do material permite que o vento os movimente criando assim uma dinâmica que nos faz lembrar os pequenos detalhes e prazeres da vida real, facilmente desapercebidos no nosso cotidiano.

As cores usadas são o preto-branco, na verdade é a ausência de cor que predomina o projeto, e claro, o contraste é muito bem visto no projeto dentro do confronto entre VR e realidade.

A bancada da recepção foi propositalmente de-construída numa das laterais, fazendo novamente referência a estas novas realidades que também de-constroem as nossas realidades e convenções. O projeto e essencialmente um espaço vazio, que permite tudo. Ë a poesia do silencio, a intimidade da memória.

 

:INFO

Authors: Arc. Eduardo Sáinz : Arc. Lilian Glayna Sáinz

Team: Arc. Felipe Castro : Arc. Lucas Lopes

Location: Brasília - Distrito Federal, Brasil

Área: 80.0 m2

Photo: Edgard Cesar

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:PARTNERS

Management and Construction Administration: 1:1 arquitetura:design

Contractors: Construtora Trajano

Lighting: Persoluce

Curtains: Rifilim

Marble: Multipedras

 

:CONCEpt

:EN

The project develops freely based on a few concepts, almost organic, dealing with a large space divided by virtually fabrics, in this span we include a mezzanine and we exalted the apparent installations, understanding the relation of the real vs virtual.

The fabrics have a poetry in their behavior, the lightness of the material allows the wind to move them creating a dynamic that reminds us of the small details and pleasures of real life, easily unnoticed in our daily life.

The colors used are black-white, in fact it is the absence of color that prevails the design, and of course, the contrast is very well seen in the project within the confrontation between VR and reality.

The reception desk was purposely de-built on one side, again referring to these new realities that also de-construct our realities and conventions. The design is essentially an empty space that allows everything. Ë the poetry of silence, the intimacy of memory.